Como o Banco del Sol adotou a gestão do risco humano com identidade local
Uma instituição financeira com mais de 500 colaboradores precisava deixar para trás conteúdo global que não conectava com as pessoas. Na Whalemate encontraram proximidade regional, simulações e treinamento no idioma e nos canais que a organização realmente usa, e uma forma de levar a cibersegurança ao dia a dia — não um curso anual esquecido na semana seguinte.
Conteúdo global que não conectava localmente
Já tinham uma solução de conscientização, mas o conteúdo global não ressoava com a realidade cultural das equipes latino-americanas.
O resultado foi baixa adoção e dificuldade para que a cibersegurança se tornasse parte do trabalho cotidiano.
A proximidade regional que faltava
Precisavam de uma ferramenta com foco regional que falasse a mesma língua cultural das equipes, não só a linguística.
A Whalemate se destacou por adaptar simulações e conteúdo a contextos locais, algo que as plataformas globais não ofereciam.
Newsletters que se leem, cultura que cresce
Incorporaram a Whalemate com foco em newsletters personalizadas: um canal eficaz para manter os colaboradores informados e alertas.
O design cuidadoso e o tom adaptado à realidade deles fizeram a recepção superar as expectativas da equipe de segurança.
Engajamento real com a cibersegurança
A mudança mais notável foi a aceitação do conteúdo: as newsletters da Whalemate alcançaram um nível de engajamento que não tinham atingido com a solução anterior.
O próximo passo é aprofundar a cadência de simulações e aproveitar os Learning Paths que a Whalemate cria para cada colaborador com base no seu perfil de risco.
A Whalemate gerou mais ordem e cultura em matéria de cibersegurança, levando mais a sério os riscos que envolvem a segurança da informação.

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Te mostramos como a Whalemate se adapta à sua indústria, ao tamanho da população e à maturidade de awareness: simulações, treinamento adaptativo e analítica de risco humano, com um plano concreto para a sua organização na LATAM.
Conteúdo que as pessoas reconhecem, não um pack global
O caso do Banco del Sol está contado acima: proximidade regional, newsletters, cultura. Este bloco não o repete nem soma um KPI. Extrai o enfoque copiável.
A lição reutilizável é abandonar um conteúdo que não conecta com o idioma cultural do quadro — não só o linguístico — e passar a peças que se leem. Eles focaram em newsletters com desenho e tom locais, e em levar a cibersegurança para o dia a dia. Outra instituição pode copiar essa decisão editorial: menos campus global, mais hábito local. Pode copiar a ideia de um canal que se abre. Não pode copiar “o engajamento que eles viram” como se fosse o número de vocês.
O que não se replica automaticamente é o ponto de partida: eles tinham uma ferramenta e a adoção falhava. O ponto de partida de vocês pode ser zero ou outro fornecedor. O próximo passo que eles declaram — mais cadência de simulação e percursos por perfil — é um programa que amadurece, não um resultado garantido. Se vocês operam banca na LATAM, leiam também o card de soluções de banca para normas e vetores. Não misturem esta narrativa com um caso genérico de “banco grande” que este site não publica.