QRishing: o que é e como simular

O QR salta do e-mail para o celular pessoal, onde os seus controles não chegam. Simule ataques por QR e meça quem escaneia e quem entrega dados.

Como funciona

Como se arma a campanha e o que se mede

A peça leva um QR, não um hiperlink

A isca pode viajar num e-mail ou num contexto que o administrador defina. O gesto medido é o scan e, se o cenário pedir, a entrega de dados na landing.

O filtro de e-mail não vê a URL

Uma imagem com QR não passa pelo mesmo veredito que um link. O sandbox não “clica” a câmera do celular. Por isso o canal existe como simulação nativa, não como um extra de marketing.

O celular costuma estar fora da gestão

O colaborador escaneia com o dispositivo pessoal ou com o corporativo que não tem os mesmos controles do laptop. A medição inclui essa população, não só quem vive no Outlook.

Métricas: quem escaneia e quem entrega

Registra-se o scan e, nos cenários que pedem, o envio de dados na landing. Não publicamos um benchmark de QR. O número que importa é o do seu quadro.

O código na mesa, não o link no e-mail

QRishing é phishing por código QR

A peça não é um link sublinhado no corpo do e-mail: é uma imagem que o filtro de e-mail não “abre” como URL. Quem aponta a câmera do celular pessoal — fora do MDM, fora do gateway — resolve o destino. O clique não ocorre no Outlook. Ocorre num dispositivo que os seus controles de endpoint não veem.

Por isso uma simulação de código QR não é um adorno do módulo de

Mede outro gesto: escanear, não clicar num hiperlink. Mede outro perímetro: o bolso. Mede o canal que o filtro de e-mail não abre como URL, sem repetir a inbox simulada nem o assistente de quatro passos.

Na vida real o QR não vive só num e-mail

Está em cartazes, faturas, estacionamentos, cardápios. O programa que só simula a caixa deixa cega a filial e quem paga com o celular. Não inventamos uma taxa de scans da indústria.

Para que serve

Para que serve quando o risco está no chão

Serve no varejo, estacionamentos, cardápios, faturas coladas, cartazes

Serve quando o SOC já filtra bem o e-mail e o ataque se mudou para a câmera. Serve para treinar o gesto de não escanear um QR que ninguém pediu, não só o de não clicar.

Não é smishing

O SMS é outro canal e, neste site, se vende como serviço profissional. Essa localização se resolve em serviços, não aqui. QRishing nativo não se conta duas vezes como se fosse SMS.

No ciclo

Como se conecta com as simulações de phishing

As simulações de phishing incluem QRishing como vetor nativo. O motor de campanha, a atribuição pós-queda e a analítica são as do módulo. Se você quer saber o que é QRishing ou como funciona uma simulação de código QR, está na página certa. Quem cai pode receber o curso contextual, igual que no e-mail. O formato do reforço o decide o treinamento adaptativo. Não duplicamos essa orquestração aqui.

Perguntas

Perguntas sobre QRishing

O filtro de e-mail detecta um QR?
Não como detecta um link. O QR viaja como imagem. O veredito do gateway não substitui o gesto no celular.
Mede-se o scan ou só o clique no e-mail?
Mede-se quem escaneia e, se o cenário incluir, quem entrega dados. Não é a mesma métrica que o clique num hiperlink.
É preciso MDM no celular?
O valor do exercício é, em parte, que o scan ocorre fora da sua gestão. Não pedimos um agente no celular para simular QR.
É o mesmo que smishing?
Não. SMS é outro canal. Neste site o smishing se opera como serviço profissional. QRishing é nativo do módulo.
Há captura de produto aqui?
Não. Para ver a consola, agende uma demo.

Meça o gesto que o filtro de e-mail não vê

Na demo armamos um cenário de QR e vemos quem escaneia. Sem uma taxa regional de preenchimento.