Botão de reporte de phishing para Outlook e Gmail

Um clique para que sua gente reporte e-mails suspeitos da caixa. Compatível com Outlook, Outlook On-Premise e Gmail.

Como funciona

Como se instala, o que o colaborador vê e o que acontece com o e-mail

Instalação no nível da organização

Implanta-se para a organização, não como um plugin que cada um busca na loja. TI habilita. TI habilita. O alcance é: Outlook, Outlook On-Premise, Gmail.

O que o colaborador vê

Um controle na caixa. Um clique. Não um formulário de cinco campos. O hábito tem de competir com “apagar e seguir”.

O .eml viaja para a caixa configurada

O e-mail reportado se envia como .eml para a caixa que você definiu. Não se perde o cabeçalho. Segurança recebe a mensagem, não um recorte.

Bandeja de incidentes

Os reportes caem, se classificam e se resolvem. A analítica devolve volume, estado de resolução, classificação e distribuição semanal. Essa bandeja é o fechamento do botão, não uma URL à parte.

Um clique no e-mail, e o incidente chega à segurança

Um botão de reporte de phishing no Outlook

O colaborador não abre um ticket. Não copia o.eml à mão. Aperta o botão. A mensagem completa viaja para a caixa que você configurou.

A keyword é o botão no Outlook porque aí vive a consulta

O produto também cobre Gmail e, de forma explícita, Outlook On-Premise: o ambiente que muitas entidades da LATAM ainda operam e que um add-in “só Microsoft 365” deixa de fora.

A simulação mede o clique na isca

O botão mede o gesto contrário: reportar. A taxa de reporte importa mais que a de cliques quando o programa já não é um exame: é um hábito. Não repetimos a inbox simulada do pilar.

Bandeja de incidentes

Os reportes aterrissam aqui. Classificam-se. Resolvem-se. A analítica mostra volume, estado de resolução, classificação e distribuição semanal. Não é uma caixa órfã nem uma planilha de mesa de ajuda. É o fechamento do gesto que o botão dispara. A bandeja fecha o gesto: classificar, resolver, medir volume.

Para que serve

Para que serve quando o clique já não alcança como KPI

Serve para que o SOC não dependa de um reenvio informal

Serve para que People não meça só “quem caiu”. Serve para demonstrar que o quadro reporta, que é o controle que o auditor entende como cultura, não como medo do simulacro.

Outlook On-Premise não é uma nota de rodapé

Se a sua entidade não está no Microsoft 365, isso está declarado acima. Um botão que só existe na nuvem não cobre essa consulta.

No ciclo

Como se conecta com as simulações de phishing

Numa simulação, reportar é o gesto correto. O módulo registra. O botão faz esse gesto existir também diante de um e-mail real. A bandeja de incidentes fecha o ciclo: não é uma caixa morta. O treinamento adaptativo pode reforçar quem não reporta. A analítica pode mostrar volume e resolução. O produto é o botão e a caixa de incidentes. A campanha vive nas simulações de phishing.

Perguntas

Perguntas sobre o botão de reporte

Funciona no Outlook On-Premise?
Sim. Está declarado de propósito. Não é só Microsoft 365 nem só Gmail.
O que se envia ao reportar?
O e-mail como.eml para a caixa configurada. Não um recorte nem um “achei estranho” sem a mensagem.
Onde se gerenciam os reportes?
Na bandeja de incidentes desta mesma página: classificação, resolução, analítica de volume e distribuição semanal.
Por que a taxa de reporte importa mais que a de cliques?
Porque o clique mede exposição. O reporte mede o hábito de escalar. Um programa maduro precisa das duas; vender só o click rate é o KPI do simulacro, não o da cultura.
Há captura de produto?
Não. Para ver a consola, agende uma demo.

Coloque o reporte a um clique da caixa

Na demo vemos Outlook, On-Premise e Gmail, e como cai o .eml. Sem um passo a passo da loja de add-ins.