Ataques a 2FA: medimos se o segundo fator sobrevive a um proxy

Um intermediário pede o código ou o push em tempo real. O exercício é técnico: qual controle falha, não quem “caiu num SMS”.

Como funciona

Como testamos o fator sem quebrar o IdP

Mapa do segundo fator

Documentamos qual MFA os papéis do universo usam: app, OTP, push, chave. Sem esse mapa o cenário é genérico e não mede. IAM precisa sentar no brief.

Desenho do intermediário

Montamos o fluxo de proxy ou de captura do challenge, sem persistir segredos. A isca se parece com o login que as pessoas já usam. O teto ético é não reutilizar uma sessão real nem tocar a produção do IdP.

Execução delimitada

Disparamos a isca no universo combinado. Registramos quem entregou o código, quem aprovou o push e quem parou para verificar por outro canal. Não há um reenvio em massa de SMS de marketing.

Leitura de controles

O relatório traduz o gesto em controle: fadiga, ausência de matching, OTP por SMS, falta de FIDO. Segurança e IAM recebem a mesma peça, em linguagem de arquitetura, não de campanha de awareness.

Por que importa

Por que “já temos MFA” é uma frase incompleta

Porque o segundo fator foi desenhado para um atacante que não está na sessão. O intermediário está: vê o challenge e o passa. O OTP que viaja por SMS ou se lê em voz alta é um segredo de uso único que o proxy gasta no mesmo minuto. O push…

Por que “já temos MFA” é uma frase incompleta
Entregas

O que entregamos

Evidência de se o segundo fator aguenta um intermediário, escrita para IAM e para o programa.

Mapa de MFA do universo

Qual fator cada papel do alcance usa. Sem isso o resultado não se lê. Fica como anexo do relatório.

Cenário de intermediário

Fluxo controlado, sem segredo persistido, alinhado ao seu IdP na aparência e não em credenciais reais de produção.

Relatório de controles

Quem entregou o fator e qual controle falhou. Corte técnico, não uma taxa de “caídos em phishing”.

Recomendação de hábito e de arquitetura

O que pedir às pessoas (não aprovar push cego, não ler OTP) e o que decidir no IAM (matching, FIDO, canal fora de banda). Duas linhas, um dono em cada.

Requisitos e prazos

O que precisamos de vocês

  • Um interlocutor de IAM ou de identidade que explique o segundo fator real, não o que está na política. Acesso a um ambiente de aparência — marca do IdP, textos de challenge — sem…
  • Também um universo de pessoas que usem MFA de verdade. Não serve um grupo que ainda está só com senha. Exclusões: contas de serviço, break-glass, terceiros. Este serviço não pede…
O programa

Como se encaixa no programa

O ataque a 2FA não substitui as simulações de e-mail nem o smishing. É uma medição do fator, não do celular pessoal nem do clique num anexo. Lê-se com IAM e com o índice, em duas conversas distintas. Misturar com…

Como se encaixa no programa
Perguntas

Perguntas sobre ataques a 2FA

É a mesma coisa que um phishing de credenciais?
Não. O objeto é o segundo fator e o mecanismo é o intermediário. Um clique num e-mail de senha não responde se o MFA aguenta.
Vocês tocam o IdP de produção?
Não. O fluxo é de aparência e de captura controlada. Não reutilizamos sessões reais nem persistimos segredos.
Serve se o MFA é uma chave física?
O cenário se redesenha: o gesto já não é entregar um OTP. Declara-se no alcance o que se pode medir e o que não. Não prometemos bypass de hardware.
É um exercício para o quadro inteiro?
Costuma ser um universo técnico ou de papéis expostos, não uma campanha em massa. IAM define o recorte com segurança.
Há preço no site?
Não. Depende do fator, do universo e do desenho do intermediário. Se cota.

Coloque à prova a frase “temos MFA”

Se o segundo fator não foi medido diante de um intermediário, a cobertura é hipótese. Vamos falar com o IAM.

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