Deepfake: medimos se sua equipe verifica antes de executar um pedido do CEO
Um rosto e uma voz que parecem do board podem pedir uma transferência em minutos. O serviço constrói essa peça, roda o cenário e deixa um protocolo de verificação — não um highlight de inteligência artificial.
Como construímos um cenário que não vire arma
Escolhemos com vocês a pessoa cuja semelhança será usada e pedimos material que o jurídico autorize. Sem o consentimento dessa pessoa — ou de quem a represente — não há peça. O limite do que se gera fica por escrito.
Decidimos áudio, vídeo ou ambos, e o canal: reunião breve, recado, chamada com imagem. O clipe pede um pagamento ou uma exceção, não um segredo de cliente. Usa-se só na janela. Não se entrega como arquivo de marketing.
Antes de executar, documentamos qual verificação deveria ocorrer: callback para um número oficial, segundo aprovador, demora mínima, canal fora da reunião. O exercício mede esse protocolo, não o “susto”.
Encerramos com segurança e finanças. O relatório diz quem verificou e quem executou. O material sintético se destrói ou se arquiva sob o critério combinado. Fica o protocolo recomendado e a ponte para o curso de Deepfake no hábito.
Por que este cenário não cabe numa campanha de e-mail
Porque o controle a testar não é “não toque o link”. É “não mova dinheiro nem quebre o maker-checker porque um rosto conhecido pediu”. O e-mail de BEC já está no módulo de simulações. O deepfake ataca a verificação que sobra quando o…
O que entregamos
Um teste do protocolo de verificação diante de um pedido que parece do board, não um reel de inteligência artificial.
Alcance de identidade
Quem se pode semelhar, com qual material e o que é proibido gerar. Assinado antes de produzir o clipe. É o documento que o jurídico pede e que o exercício não pode pular.
Peça do exercício
Áudio ou vídeo sintético usado só na janela. Não é entregável para a intranet nem um arquivo que tesouraria guarda. Cumpre o pedido de transferência ou de exceção que a fraude real usa.
Relatório por função
Quem verificou, quem encaminhou, quem executou. Corte por tesouraria, assistência de diretoria e gerência. Sem uma taxa regional de “detecção de deepfake”.
Protocolo recomendado
Callback, segundo aprovador, demora, canal fora de banda. Dono em finanças e dono em segurança. Relação explícita com o curso de Deepfake e com vishing se a voz foi o vetor.
O que precisamos de vocês
Consentimento da pessoa cuja semelhança se usa — ou de quem a represente — e material autorizado suficiente para uma peça crível. Sem isso não produzimos. Jurídico e finanças… Também um mapa do processo de pagamentos não rotineiros: quem pode autorizar, qual maker-checker existe, qual número oficial se usa para retornar a ligação. Se esse mapa não…
Como se encaixa no programa e no curso
O deepfake não substitui as simulações de e-mail nem o vishing. É o teste do pedido que parece autêntico porque se vê ou se ouve. Lê-se com finanças e com o índice, numa conversa que o comitê entende: verifica-se antes…
Também se contrata junto com este
Perguntas sobre simulações de deepfake
É a mesma coisa que o curso de Deepfake?
É a mesma coisa que vishing?
Vocês entregam o vídeo?
Podem usar o rosto de qualquer executivo?
Há preço publicado?
Teste o protocolo antes de o pedido ser real
Se tesouraria nunca verificou diante de um rosto conhecido, o controle é hipótese. Vamos falar de identidade e de janela.
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