Vishing: medimos quem entrega informação por telefone
Uma chamada em tempo real exige roteiro, voz e pretexto. Não há um botão de produto que dispare isso: executamos como serviço.
Como montamos uma chamada que meça de verdade
Combinamos quem recebe a ligação e com qual papel o ator se apresenta. Tesouraria, mesa, filial e liderança não recebem o mesmo pretexto. Sem lista e sem exclusão não há discagem.
Escrevemos o diálogo, as objeções e o ponto em que o ator deve encerrar. O ensaio usa nomes reais da sua operação para que a primeira pergunta não derrube o exercício. A clonagem de voz, se entrar, é delimitada e tratada como variante, não como padrão.
Executamos no horário combinado, com teto de tentativas e critério de não insistir se a pessoa reportar. Registramos duração, pedido e resultado. Não há rediscagem automática pela plataforma.
Devolvemos quem entregou, quem verificou e quem desligou. O debrief com segurança traduz o áudio — quando existe — em hábito: retornar a ligação, não seguir a urgência. O dado entra no programa, não num ranking punitivo.
Um clone do Fede. É assim de fácil que soa.
É uma IA treinada com a voz do nosso co-founder. Se um clone pode te convencer por telefone em 60 segundos, imagine o que um atacante faz com a voz do seu CEO.
- Vishing não é um botão da plataforma: executamos como serviço, com roteiro e ator.
- Roteiros sob medida: suporte de TI falso, urgências de finanças, a voz de um executivo.
- Medimos quem verificou, quem desligou e quem entregou dados.
Por que o telefone ganha quando o e-mail já está governado
Porque a verificação que as pessoas aprenderam para o e-mail — olhar o domínio, não tocar o anexo — não se traduz numa voz que diz ser do tesouro. Quem reporta phishing com o botão ainda entrega um dado se a chamada soa urgente e local. A…
O que entregamos
Um exercício de voz com dono, não um disparo pelo console de campanhas.
Roteiro e pretexto
Diálogo escrito, objeções e critério de corte, adaptados à sua indústria e aos sistemas que o ator pode citar.
Execução com ator
Chamadas na janela combinada, com ou sem clonagem de voz conforme o alcance. O ator não improvisa uma fraude: segue o roteiro e o teto ético.
Relatório por área
Quem entregou um dado, um código ou uma promessa de pagamento; quem verificou; quem reportou. Corte por área e tipo de pedido.
Critério de hábito
O que pedir à equipe depois: desligar, retornar ao número oficial, não ler códigos em voz alta. Relação conceitual com deepfake se a variante foi voz clonada.
O que precisamos de vocês
Uma lista de destinos com critério de exclusão — números pessoais, terceiros, pessoas em licença — e um interlocutor que valide o pretexto antes da primeira chamada. O jurídico… Também o mapa do que o ator pode nomear: sistemas, fornecedores, mesas, horários. Um roteiro genérico não mede. Se o cenário pede voz de um executivo, precisamos de material…
Como se encaixa no programa
O vishing não substitui as simulações de e-mail nem o smishing. É o canal de voz: outra evidência, outro hábito. Os resultados se leem ao lado do índice, não se misturam com o clique de um e-mail como se fossem o mesmo…
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Perguntas sobre vishing profissional
Por que não é uma função da plataforma?
Inclui clonagem de voz?
Vocês gravam as chamadas?
É a mesma coisa que um pentest social?
Há preço no site?
Teste o canal com mais sucesso no mundo real
Se o e-mail já está governado e o telefone não, o programa está incompleto. Vamos falar de roteiro e de lista.
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