Relatórios sob medida: o programa entra no seu Power BI, não o contrário

Se vocês já têm um stack de BI, o dado do programa tem de viver lá. Montamos painéis em Power BI e cruzamos com as suas fontes. O módulo de analytics e a API continuam sendo a origem.

Como funciona

Como o dado entra no workspace que já existe

Fontes e chaves

Mapeamos o que sai de analytics e da API, e quais fontes próprias se podem cruzar. Sem chaves limpas não há cruzamento. Privacidade valida o recorte.

Modelo no Power BI

Tabelas, medidas e relações no workspace do cliente. Não levantamos um tenant nosso para o comitê “visitar”. O relatório vive onde eles já entram.

Cortes do comitê

Desenhamos as páginas que aquela mesa lê: exposição, simulações, treinamento, não um cubo de cem campos. Cada página tem um dono de leitura.

Handover e atualização

Documentamos o dataset, a cadência e quem opera o refresh. O módulo nativo não se apaga: continua sendo a origem e a operação cotidiana.

Por que importa

Por que outra tela perde a conversa do comitê

Porque o board não troca de ferramenta por um programa de awareness. Entra no workspace que já tem, ou não entra. Um CISO que só pode mostrar o módulo nativo numa demo perde a foto quando o comitê pede “isto no mesmo lugar que o resto”. O…

Por que outra tela perde a conversa do comitê
Entregas

O que entregamos

Um painel no seu Power BI, com o dado do programa e os cruzamentos lícitos, não mais uma tela para lembrar.

Mapa de fontes

O que vem de analytics ou da API e o que se cruza dentro. Privacidade assina o recorte. Sem esse mapa o modelo é um risco.

Dataset e medidas

O modelo no workspace do cliente. KPIs que o comitê já nomeia, não uma cópia de todas as telas nativas.

Relatório para a mesa

Páginas pensadas para quem já abre o Power BI. Corte por unidade, não um dump. Relação explícita com o módulo de analytics como origem.

Handover operacional

Quem atualiza, o que quebra se o quadro muda, como se pede um segundo corte. Não é uma caixa-preta de um parceiro que desaparece.

Requisitos e prazos

O que precisamos de vocês

  • Um stack de BI que já exista — Power BI, no caso publicado — e um interlocutor que possa nos dar acesso ao workspace e às fontes próprias com as quais se quer cruzar. Sem…
  • Também honestidade sobre o módulo nativo. Se ninguém o usa, o serviço não cria adoção: cria outra camada. Comecem pelo analytics. Este encargo não pede um relato de ataque nem um…
O programa

Como se encaixa em analytics e na API

O relatório sob medida não apaga o módulo de analytics. Usa-o como origem. A API entra quando o modelo precisa de um extrato que a tela não dá. O programa continua operando na plataforma; o comitê lê no Power BI…

Como se encaixa em analytics e na API
Perguntas

Perguntas sobre relatórios sob medida

Substitui o módulo de analytics?
Não. O módulo e, quando aplica, a API são a origem. O serviço deixa uma vista no stack de BI que vocês já usam.
Serve se não temos Power BI?
O caso publicado é para quem já tem um stack. Se não há workspace, comecem pelo analytics nativo. Outro destino se discute no comercial, não se promete aqui.
Cruzam com RH automaticamente?
Só com chaves limpas e privacidade na mesa. O cruzamento não é um padrão nem um dump do quadro.
É um PDF executivo?
Não. É um painel no seu BI. Um export pontual não justifica este serviço.
Há preço no site?
Não. Depende de fontes, de páginas e de cadência. Se cota.

Leve o programa ao workspace que o comitê já abre

Se ainda não usam o analytics nativo, comecem ali. Se já batem no stack, vamos falar de fontes e de chaves.

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