Tabletop: o comitê enfrenta o incidente antes que seja real

Não treinamos empregados. Facilitamos um exercício de mesa em que o board e o comitê descobrem o que falta no plano de resposta. O comprador é o CISO que precisa envolver o board.

Como funciona

Como facilitamos uma mesa que decida de verdade

Cenário para aquele comitê

Escrevemos o incidente com a indústria, os sistemas e os nomes de papéis — não de pessoas, se o jurídico pedir — que o plano já usa. Um cenário genérico não tira buracos úteis.

Sala e participantes

Convocamos quem o plano nomeia: board, jurídico, comunicação, operações, CISO. Se falta um papel, o exercício registra como buraco; um ator nosso não o substitui.

Facilitação

Correr o relógio, injetar reviravoltas, impedir que TI monopolize. O facilitador não “ganha”. Faz o comitê decidir e as decisões ficarem escritas.

Ata de buracos

Devolvemos o que faltou no plano, quem deveria ser dono e o que se pode mostrar a compliance. Não há um score de “o board reprovou”.

Por que importa

Por que o CISO não ensaia o board com um LMS

Porque o board não faz um curso de phishing e porque o plano de resposta não se demonstra com presença. Demonstra-se quando alguém tem de decidir em vinte minutos se paga, se corta, se denuncia. Esse músculo não se treina no módulo de…

Por que o CISO não ensaia o board com um LMS
Entregas

O que entregamos

Evidência de governança diante de um incidente, escrita para o comitê e para compliance, não para o quadro.

Cenário assinado

Incidente, papéis e regras da mesa, alinhados ao plano existente. O jurídico pode cortar nomes próprios. O cenário não recircula como conteúdo de awareness.

Sessão facilitada

Horas de mesa com o comitê real. Um facilitador, um relógio, injeções. Não é um webinar nem uma palestra para o all-hands.

Ata de decisões e buracos

O que se decidiu, o que não se pôde decidir, qual papel faltou. Linguagem de plano, não de campanha.

Ponte para compliance

O que se pode arquivar como ensaio do plano e o que fica como tarefa. Relação explícita com os recursos de compliance, não com o construtor de phishing.

Requisitos e prazos

O que precisamos de vocês

  • Que o CISO — ou quem compra — consiga sentar o comitê. Sem board, ou sem quem o represente com mandato, o exercício degrada para um workshop de TI e não vendemos como tabletop…
  • Também agenda real: uma faixa em que essas pessoas estão, não um “quando der”. Comunicação e jurídico precisam saber que se vai falar de um incidente simulado com nomes de…
O programa

Como se encaixa em compliance e no programa

O tabletop não alimenta o índice de cliques. Alimenta o plano. O programa de awareness segue na plataforma; esta sessão é governança. Os buracos podem disparar trabalho em comunicação interna ou um Advanced Attack, mas…

Como se encaixa em compliance e no programa
Perguntas

Perguntas sobre o tabletop

É uma palestra para empregados?
Não. É o único serviço deste catálogo que não se dirige ao quadro. O público é o comitê e o board. As palestras são outro serviço.
Serve para o auditor?
A ata de ensaio e os buracos com dono são evidência de que o plano foi praticado. Não é um selo nem um certificado. Compliance decide como arquivar.
É preciso derrubar um sistema?
Não. É um exercício de mesa. O relógio é de decisões, não de failover técnico. Um drill técnico se discute como alcance à parte.
Quem compra?
O CISO — ou risco — que precisa envolver o board. Se o comprador é awareness e o destinatário é o quadro, esta não é a página.
Há preço publicado?
Não. Depende do comitê, da duração e do cenário. Se cota.

Sente o comitê diante do incidente

Se o plano de resposta nunca foi ensaiado com o board, compliance não tem essa evidência. Vamos falar da mesa.

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