USB drop: medimos quem conecta um meio encontrado no chão

Um pendrive no estacionamento ou na linha não passa pelo e-mail. Colocamos dispositivos de teste e reportamos onde e quem os conectou.

Como funciona

Como rodamos um drop sem transformar o prédio num incidente

Mapa de zonas

Marcamos planta, filial, depósito ou escritório com vocês. Cada zona tem uma cota de dispositivos e um critério de não deixar mídia em espaço público sem controle. Sem mapa não há colocação.

Mídia de teste

Preparamos USB sem dado real e com marcador de conexão. O payload não cifra, não persiste e não sai do exercício. Etiquetamos para recolher cada unidade no encerramento.

Colocação e janela

Deixamos a mídia nas zonas assinadas, numa janela curta. Não há um segundo drop improvisado no corredor. Segurança do sítio e, se aplicar, o sindicato ou o comitê da planta sabem que há um exercício — não o ponto exato.

Relatório de local e área

Devolvemos qual zona produziu conexões, qual área aparece no endpoint e quem levou o meio para TI sem conectar. Esse corte é o produto. Não há uma taxa nacional de “pendrives”.

Por que importa

Por que a política de USB não se demonstra com um curso

Porque a política se põe à prova quando o objeto está na mão, não quando se marca uma caixa num LMS. No depósito e na filial, o equipamento compartilhado, o turno e a pressa ganham. Um curso anual sobre “não conecte dispositivos…

Por que a política de USB não se demonstra com um curso
Entregas

O que entregamos

Evidência de um gesto físico, cortada por lugar e por área, não por uma campanha de e-mail.

Mapa assinado

Zonas, cota de dispositivos e regras de não colocação. Serve para jurídico, facilities e para não discutir depois onde se podia deixar um meio.

Dispositivos de teste

Unidades sem dado real, com marcador, recolhidas no encerramento. Inventário de entrada e saída para não ficar um USB solto no prédio.

Relatório de local e área

Qual zona produziu o gesto, qual área conectou, qual endpoint aparece. É o entregável que não se tira de um clique de e-mail.

Critério de política

O que pedir depois: canal para entregar um meio encontrado, controle de portas, hábito de não “revisar” no equipamento de trabalho. Não é um redesenho de GPO: é evidência para decidir.

Requisitos e prazos

O que precisamos de vocês

  • Acesso coordenado às sedes do alcance e um interlocutor de facilities ou de planta que abra portas e recolha dispositivos conosco no encerramento. Sem esse dono de sítio o drop…
  • Também um critério de exclusões: laboratórios, cofres, áreas com norma de não introduzir mídia, visitas. O USB de teste não entra onde um meio estranho seria um incidente…
O programa

Como se encaixa no programa

O drop não substitui as simulações de e-mail nem o vishing. É a foto do gesto físico. Lê-se ao lado do índice, não se média com o clique de um phishing como se medissem a mesma coisa. Uma filial que não conecta e uma…

Como se encaixa no programa
Perguntas

Perguntas sobre USB drop

O dispositivo tem malware de verdade?
Não. É um meio de teste com marcador de conexão. Não cifra, não persiste e não leva dado da organização. Recolhe-se no encerramento.
Serve só para escritórios?
Ao contrário: o valor mais alto está em planta, filial e depósito, onde o equipamento compartilhado e o turno tornam o objeto mais crível. O escritório é um recorte possível, não o único.
Deixam USB na rua?
Não. O mapa é de zonas controladas pela organização. A via pública não é alcance deste serviço.
É a mesma coisa que Advanced Attack?
Não. Aqui o objeto é o meio e o recorte é o sítio, com relatório de local. Advanced Attack combina vetores e adiciona reteste. Não reescrevemos essa página.
Há preço publicado?
Não. Depende de sedes, zonas e cota de dispositivos. Se cota. Não publicamos uma faixa.

Meça o gesto que não passa pelo e-mail

Se vocês têm planta, filial ou depósito, a política de USB se demonstra no chão. Vamos falar de zonas.

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